quarta-feira, 2 de julho de 2014

Começa a partida política no RN

Foi dado o pontapé inicial nas eleições do Rio Grande do Norte. Agora, é para valer. Com a confirmação das candidaturas, não tem mais como voltar atrás. Daqui a alguns meses, Henrique Alves, Robinson Faria, Simone, Araken ou Robério Paulino vai estar com a “taça na mão” para começar a cosntruir um novo projeto para o Rio Grande do Norte. Vamos aguardar!







Robson Pires

terça-feira, 1 de julho de 2014

O legado e os desafios 20 anos após a criação do Real

Houve um tempo no Brasil em que fazia diferença ir ao mercado pela manhã ou à tarde. A inflação era tanta que, em questão de horas, os preços subiam. A estratégia que permitiu estabilizar a inflação do país de forma permanente foi o Plano Real, que hoje completa 20 anos. Se em junho de 1994, mês anterior à entrada em vigência do plano, a inflação foi de 47,43%, o país chega em maio de 2014 com esse número na casa de 0,46%. E embora a inflação tenha subido nos últimos meses, especialistas garantem: ela está sob controle. Eles também apontam, no entanto, para a necessidade de reformas como forma de o Brasil ganhar um novo impulso econômico.

O Plano Real foi um programa de estabilização econômica que teve como principal objetivo o controle da hiperinflação. Entre outras medidas, o plano criou a Unidade Real de Valor (URV), moeda virtual que serviu para a transição entre o Cruzeiro Real e o Real.

Só para se ter uma ideia, em 1993 a inflação do ano foi de 2.477,15%. Pouco antes da implantação do plano, a inflação de junho de 1994 chegou à casa dos 47,43%. Depois que passou a vigorar, o plano forçou a inflação para baixo. Em julho do mesmo ano, ela alcançou 6,84% e em agosto, 1,86%.

Na avaliação do economista e chefe no RN do Insituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Aldemir Freire, o controle da inflação é o grande legado do plano. “A rigor, o Plano Real já acabou. A lógica do plano já não existe e desde 1999 se adota regimes de meta de inflação. Mas como forma de estabilização de inflação, foi uma estratégia muito bem sucedida”, analisou. 

Efeitos
De imediato, os efeitos foram o aumento da renda e do consumo. “Outro elemento importante é que, com o fim da inflação, foi possível que governos e empresas  fizessem um planejamento de médio e longo prazo”, explica.

O supervisor técnico do  Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/RN), Melquisedec Moreira, ressalta que,  embora tenha havido uma melhora no início do Plano Real, nos anos seguintes houve diminuição do poder de compra do potiguar. 

“O salário mínimo, que é referencia básica para os pisos salariais no RN, durante a década de 1990 até 2002, comprava apenas uma cesta básica. Em alguns meses o salário mínimo era insuficiente para comprar essa mesma cesta básica em Natal”, disse. “Ao mesmo tempo em que debelava a inflação, o modelo gerava efeitos que fragilizavam a economia”, completou.

O ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, declarou ontem que, embora o plano tenha proporcionado estabilização, ainda há muito trabalho pela frente, já que o Brasil continua sendo um país de renda média baixa, desigual e com carências. “Temos uma situação fiscal que vem perdendo credibilidade e inflação alta, apesar da retenção de preços. Se não estivesse sendo tabelada, seria provavelmente superior a 7% - número alto apesar de menor do que antes do Plano Real”, disse à Agência Estado.  O também ex-presidente do BC, Gustavo Franco, lembrou à Agência que, “passados 20 anos, está na hora de nova onda de reformas porque se esgotou o impulso do crescimento”. “Esse período longo que vivemos descansando de fazer reformas pode ter acomodado as coisas, mas exaurimos as possibilidades criadas pela onda associada ao Plano Real”, disse.


Tribuna do Norte

Quatro assassinatos em Ceará-Mirim entre o domingo e a manhã desta segunda-feira

Quatro corpos deram entrada no Instituto Técnico e Cientifico de Polícia –ITEP/RN, todos vítimas de arma de fogo. Janiere Xavier da Silva, de 29 anos de idade foi morto a tiros na BR 406, Passa e Fica neste domingo(29).
Wellington Vitor da Fé, residente na Rua da Palha, bairro Nova Descoberta em Ceará-Mirim, foi morto a tiros neste domingo.  Um homem não identificado foi morto na Rua Vicente Inácio Ferreira, conjunto Edgar Barbosa e outro homem também não identificado foi morto na rua Manoel Pinto – Carrasco, em Ceará-Mirim.
O ITEP registrou um afogamento na Praia de Carnaubinha, a vítima foi identificada como Jussara dos Santos Nascimento, de 25 anos.

Assis Silva

Barbosa se despede da presidência do STF sem discurso e sem balanço

Joaquim Barbosa não fará qualquer discurso, declaração ou balanço hoje, quando presidirá pela última vez uma sessão do STF (Supremo Tribunal Federal). Ele já anunciou que se aposenta neste mês. “O que eu fiz em 11 anos de Supremo é público e está disponível para quem quiser pesquisar”, afirmou Barbosa à colunista Mônica Bergamo.
Ele deve abrir a sessão pela manhã e encerrá-la no máximo ao meio-dia. A formalização da aposentadoria de Barbosa depende de decreto da presidente Dilma Rousseff, conforme as regras que regem o funcionamento do STF. Num primeiro momento, o ministro pretende entrar de férias. E deve ficar no Brasil pelo menos até o fim da Copa do Mundo.

São cinco os candidatos a governador nas eleições do RN

Com a realização das convenções e definição das coligações, os partidos do Rio Grande do Norte lançaram cinco candidatos ao Governo do Estado para as eleições de 2014.
A primeira convenção foi no dia 18 de junho, do PSOL, que definiu como candidato ao Governo do Estado Robério Paulino e Ronaldo Garcia como vice.
No dia 26 foi a vez do PSTU homologar a candidatura de Simone Dutra ao Executivo Estadual, tendo Socorro Ribeiro como vice.
Na sexta-feira (27) aconteceu a convenção do PMDB que definiu Henrique Eduardo Alves como  candidato ao Governo do Estado e João Maia (PR) como vice.
No sábado (28), o PSL homologou a candidatura de Araken Farias para o Governo do Estado, e Paulo Roberto (PSL) como vice.
A última convenção aconteceu neste domingo (29) e lançou a candidatura de Robinson Faria (PSD) ao governo do estado com Fábio Dantas (PCdoB) como vice.
G1

Felipão tenta baixar adrenalina dos jogadores

Os apelos emocionais, motivacionais, perderão espaço nas reuniões entre comissão técnica e jogadores da seleção brasileira. Há um consenso de que alguns deles passaram do ponto e estão emocionalmente fora do padrão desejável. É hora de menos coração e mais razão. Esta será a tônica do trabalho em Teresópolis, que poderá ter a presença da psicóloga Regina Brandão, nos dias anteriores à viagem para Fortaleza, local do jogo de sexta-feira, contra a Colômbia.
A tentativa é de estabilizar o time na reta final da Copa do Mundo, tentar que os jogadores mantenham o controle. Uma das estratégias é mostrar que o pior já passou. Em outras palavras, que um vexame de proporções enormes já foi evitado. Isso aconteceria com uma queda precoce no Mundial, caso o time saísse na primeira fase ou até nas oitavas de final.

Cresce o medo do desemprego

Brasília (AE) - Apesar da euforia com a realização da Copa no País, o brasileiro está mais temeroso de perder o emprego. O “Índice de Medo do Desemprego” de junho atingiu 76,1 pontos, ante 73,6 pontos em março, representando alta de 3,4%. O dado está presente na mais recente edição da pesquisa trimestral “Termômetros da Sociedade Brasileira”, divulgada ontem pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) Foi a quinta alta consecutiva do indicador.

O sentimento de perder o emprego apresentou a maior alta porcentual (5,76%) entre as pessoas que estudaram até a quarta série do ensino fundamental, atingindo 73,4 pontos em junho, contra 69,4 pontos de março. Entre as pessoas com curso superior, o receio de ficar desempregado ficou em 80,9 pontos em junho, ante 78,0 pontos, em março, ou seja, crescimento de 3,72%

O Sul do País foi a região onde o indicador mais cresceu porcentualmente (7,85%) entre março e junho, passando de 71,3 pontos para 76,9 pontos no período. No Norte e no Centro-Oeste, o medo do desemprego atingiu o maior valor entre as regiões, com 82,4 pontos, em junho; frente 77,0 pontos, em março, alta de 7,01%.

Essa pesquisa da CNI foi divulgada uma semana depois de o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) apresentar o pior desempenho em geração de vagas para o mês de maio desde 1992. Foram criadas 58,8 mil vagas com carteira no período, uma queda de 18,3% em relação a maio de 2013.

A CNI ouviu 2.002 pessoas em 142 municípios entre os dias 13 e 15 de junho para elaborar o estudo apresentado nesta segunda. Na semana passada, a entidade já havia divulgado outra pesquisa, o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC), sobre a expectativa do consumidor, verificando que o brasileiro teme o aumento do desemprego e a queda na renda pessoal - foi o pior resultado nesses itens desde 2005.

Satisfação 
Na contramão do medo com o desemprego, o Índice de Satisfação com a Vida da CNI cresceu de 102,2 pontos, em março; para 103,1 pontos, em junho. Foi uma alta de 0,9% em junho. Entre brasileiros com curso superior, o índice de satisfação de junho foi de 104,9 pontos, ante 103,7 pontos em março. Já entre as pessoas que estudaram até a 4ª série do ensino fundamental, o índice recuou 1,56%, de 102,7 pontos, em março; para 101,1 pontos, em junho.

Considerando o critério de porte do município analisado, o índice de satisfação com a vida é maior em localidades que têm entre 20 mil e 100 mil habitantes (105,2 pontos). É maior, também, entre aqueles que ganham mais de dez salários mínimos (109,5 pontos). 


Tribuna do Norte