terça-feira, 11 de março de 2014

Secretarias de Saúde e Educação iniciam vacinação de meninas contra o HPV

Meta é vacinar 80% do público-alvo, meninas de 11 a 13 anos. O vírus HPV é a principal causa do câncer do colo de útero.

As Secretarias Municipal de Saúde e de Educação do município de Rio do Fogo iniciaram na manha desta terça-feira, 11, a vacinação das meninas com idade entre 11 e 13 anos da rede municipal de ensino contra o Papilomavírus Humano ou vírus HPV.

Com o slongan "Cada menina é de um jeito, mas todas as meninas precisam de proteção", a campanha foi lançada pelo Governo Federal através do Ministério da Saúde e tem por objetivo imunizar as meninas que ainda não iniciaram ou não tenham uma vida sexual ativa. A imunização se dará com a aplicação de três doses, uma primeira agora, a segunda dose daqui a seis meses e tomar reforço daqui a 5 anos.

A vacinação foi iniciada na Escola Municipal Joana de Sousa Ribeiro, em Rio do Fogo, e faz parte do Programa Saúde na Escola – PSE, uma parceria das Secretarias Municipal de Saúde e Educação. A vacinação contra o HPV integrará a partir de agora o calendário de vacinação, e já no próximo ano vacinará as meninas de 9, 10, e 11 anos.  

A vacina, que na rede particular custa R$ 500 reais, e que deve ser tomada em três doses, acarretaria um custo muito alto para a família brasileira no valor de R$ 1500.  "A vacina HPV é segura e tem reconhecimento da Organização Mundial da Saúde, e faz parte da política de atenção integral à saúde da mulher", afirmou o ministro da Saúde, Arhtur Chioro.

Tanto no ambiente escolar como nos postos de saúde, a vacina será aplicada por profissionais de saúde. Os pais ou responsáveis que não quiserem que a adolescente seja vacinada deverão preencher e enviar à escola o termo de recusa distribuído pela instituição de ensino antes da vacinação.


No caso das unidades de saúde, é importante que a adolescente apresente a caderneta de vacinação. Para assegurar a aplicação das três doses, o serviço de saúde vai registrar cada adolescente imunizada, monitorar a cobertura vacinal e realizar, se necessário, a busca ativa das meninas.

 Foto: Jailson Macedo




Paulo Roberto

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